Quem é Paulo Roberto I? - Ele diz ter sido visitado por JESUS CRISTO vivo e glorificado em 11 de setembro de 1.981 - 20 anos antes da queda das Torres Gêmeas PÁGINA INICIAL

Criar é identificar-se com o DEUS Criador - Paulo Roberto I


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DIREITO DE VOTO...
A GRANDE ILUSÃO.



Paulo Roberto I
- E-MAIL/CONTATO

É novamente chegada a hora em que nós eleitores começaremos a ser assediados pelos candidatos políticos que se levantam.
A tentativa é: a de convencer-nos na avaliação do nosso voto.
Dos mais diferentes ângulos e variados recursos de mídia, por certo, seremos visitados por aqueles que postulam uma vaga no pleito vindouro. E, além dos antiquados argumentos, também outros: recheados de informações e recursos de marketing, os quais buscarão tornar convincentes as conclusões políticas elaboradas pelos partidos e candidatos. Ilusões, mescladas de oportunismos, é claro. Promessas de teorias, que na prática nunca serão vivenciadas, colocando sobre os ombros do eleitor o fardo da responsabilidade de identificar, antecipadamente, o homem certo para ocupar cada vaga.
Missão impossível, identificar entre os rostos produzidos em estúdio, aquele que melhor parece ser o portador do perfil de homem ideal. Principalmente porque, o candidato nunca será conhecido de cada eleitor com a intimidade necessária para uma avaliação criteriosa.

JESUS...este é o homem que o ser humano precisa.
Por não ser postulante de cargo algum, porque o Seu
"...reino não é deste mundo..." (Jo 18:36),

Não pertence Ele nem à esfera política, nem à religiosa. Algo incompreensível, que mais parece insanidade e fanatismo, pois sempre que é citado o nome JESUS, em geral, as pessoas erroneamente associam isso a religião. E, da manutenção deste errado conceito, surge a incapacidade de entendimento de que podemos sim, ser dirigidos, por um processo, que não o político em vigência. As pessoas nem ao menos supõem a possibilidade de serem dirigidas pelo próprio Filho do Criador do Universo, o único humano que morreu, mas continua vivo, a fim de dirigir: homens.

A nebulosidade que toma o entendimento das pessoas, ao serem confrontadas com essa hipótese aparentemente absurda, as aprisiona de tal forma que nem ao menos conseguem admitir serem dirigidas pessoalmente por JESUS. Sendo que a simples admissão dessa possibilidade as transportaria a uma esfera de vida onde viveriam toda a justiça que sempre sonharam. E que entre os homens nunca viram, nem verão.

Por isso, hipocritamente uma lista de características benevolentes será apresentada pelos postulantes a cargos públicos. Defeitos de caráter, somente depois de efetivados e revestidos da autoridade outorgada, no desenvolvimento do mandato, aí sim serão gradativamente divulgados. É claro, que a elaboração das propagandas, ao final de cada exposição, deixará como opção única de resposta o nome do candidato protagonista do comercial político. Este se auto-intitulará nome único cabível na vaga em referência.
As mirabolâncias de marketing, com certeza, acrescentarão valores a desclassificados listando em contrapartida defeitos de caráter nos postulantes de partidos concorrentes. Numa guerra de gigantes onde o voto será acirradamente disputado e valorizado como pedra preciosa. Porém, a face oculta dessa jóia só ficará exposta pós- eleição. É que a preciosidade que estava nas mãos do eleitor, o seu voto, passará de milhão a tostão. Daquele momento em diante a mesma mão que detinha um tão grande direito; perceberá o "conto do vigário" que foi montado em cima do seu direito de votar. Desmontados os cenários da eleição, os únicos beneficiados na questão desaparecem tornando-se inacessíveis, mas detentores agora do direito de manipular a seu bel-prazer e conveniência a autoridade que o eleitor lhe conferiu. Quase irreversível, o direito do voto mostrará o seu lado ilusório. Irreversível, porque a máquina da eleição, legitima ao candidato autoridade. Mas, o mesmíssimo voto, que dá posse ao direito de ocupação do cargo, contraditoriamente, se não atender porventura o político às expectativas, faz daquilo que era tão precioso, no sentido contrário, uma atitude inútil e descabida.
A grande ilusão, pregada como "exercício da democracia", se averiguada sob uma ótica sóbria, revelará apenas o oportunismo. Sendo os beneficiados neste episódio: o próprio político eleito, e um grupo limitado partícipe da preparação do terreno eleitoral. E o eleitor, antes tão enobrecido em suas atribuições de votante, apreciará, como nota falsa, seu voto sendo apenas um direito ultrapassado e sem valor. O exercício democrata, como elemento fantasioso, é transformado num hábil artifício nas mãos dos ilusionistas do poder.

Paulo Roberto I - E-MAIL/CONTATO


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