Porque "homem da iniquidade"? A Bíblia apresenta JESUS CRISTO como o Messias de Israel, que em Sua vinda, há dois mil anos, trouxe solução para o mais problemático fato do ser humano, que é o pecado. Ou seja, JESUS através de sua atuação sobrenatural - pelo fato de ser um homem nascido sem a interferência de outro ser humano (No caso José, então noivo da virgem Maria). E, por haver ainda morrido, tendo ressuscitado três dias após, ascendendo a outra dimensão de vida, pôde deixar um resultado favorável em benefício de cada ser humano. Ou seja, o estabelecimento da "Lei do Espírito de Vida", que o Livro de Romanos 8:2 declara Ter ela nos livrado "...da Lei do pecado...". Porém as empresas que se auto-denominam "Igreja", utilizam como ardil o fato das pessoas não conseguirem de desvencilhar do problema "pecado". (Fato resolvido para aqueles que estão perfeita e confiantemente enquadrados na realidade bíblica - "Igreja do Senhor JESUS CRISTO".
Assim sendo, face a impossibilidade de resolver o mais ardente problema do ser humano, estes voltam continuamente às chamadas "Igrejas" no intuito de receberem nova carga de energia espiritual, para quem sabe, subsistirem por mais algum tempo. A solução paliativa dada por estas organizações evangélicas acaba dando oportunidade à criação de métodos contínuos que resultam no retorno constante do fiel.
Fica claramente entendido que esse ir e vir acaba alimentando a prática anti-bíblica das denominadas "correntes de libertação", as quais, na prática, acabam tornando-se em "correntes de escravização".
Isso, principalmente pelo fato de que nenhum fiel pode sair, sem deixar uma oferta financeira. Seja ela um valor astronômico, ou até mesmo a última moeda de um centavo.
Percebam que isso, somado aos inúmeros ataques dos problemas da vida: transforma-se num tremendo trunfo, através do qual a grande massa aflui aos mega-templos evangélicos.
"Homem da iniquidade", porque ele descobriu que o pecado é um mega produto de comercialização. Principalmente por ser algo de origem subjetiva, que porém manifesta-se nas inúmeras atitudes objetivas do ser humano.