Um sinal inequívoco da sobrenaturalidade da "aparição" de JESUS CRISTO a Paulo Roberto I
foi o estado contínuo de paz que este iniciou viver a partir daquele
11 de setembro de 1.981.
Tal estado de espírito é resultado imediato da promessa
inscrita na Palavra de DEUS, como promessa feita pelo próprio JESUS, ainda em seu ministério terreno:
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: não vo-la dou como o mundo a dá." (Jo 14:27)
O estado contínuo de paz passou a ser a marca registrada e prova mais que suficiente para o Artista-Plástico de que um viver sobrenatural passou a fazer parte
da sua realidade de vida cotidiana.
E, esta mesma realidade é a prova que também convenceu aqueles que se comprometeram com JESUS
e que segundo as Escrituras permanecem numa vida de orientação totalmente espiritual. Por outro lado passam a ser co-testemunhas de que um relacionamento em sintonia com aquilo que está escrito
nas Sagradas Escrituras dá exatamente o resultado nelas previsto que é: Paz.
A contradição que o século XXI vive pode originar algumas perguntas, que de forma prática são bastante simples de responder. Isso para quem vive a recomendação bíblica proferida por JESUS (Jo 14:27)
"Deixo-vos a paz a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá".
- Embora com tanto aparato tecnológico porque
a humanidade ainda não encontrou a paz?
- O nível cultural da maioria das pessoas hoje é bem mais elevado do que há alguns séculos atrás. Por que isso não produziu paz?
A Paz que JESUS concede independe do quanto a humanidade é culta, e do
quantoa ciência já descobriu das criações de DEUS. Sem esforço humano algum, e independente daquilo que a humanidade possa deter de conhecimento, gratuitamente é oferecido a cada ser humano o estado contínuo de paz.
Uma vez que o homem ainda insiste em resistir
à simplicidade eficiente do Filho do dono do planeta um estado insensato de vida toma conta da humanidade, escravisando-a na ignorância de não entender o porquê da introdução de JESUS na história.
No momento da "aparição", o que mais chamou atenção de Paulo Roberto I foi a sensação do quanto estava distante de JESUS, como um ser perfeito. A perfeição deJESUS, era por si só notória, denunciando automaticamente o estado imperfeito do Artista-Plástico. Porém, uma sensação
complementar era como que um convite a retornar ao estado ideal de humanidade no qual um dia estivemos, antes da introdução do "pecado" em nosso representante "Adão".
Assim sendo, o lado íntimo e subjetivo da experiência da "aparição"
dá a Paulo Roberto I a condição de transmitir a quem deseje ouvir, detalhes de como retornar ao estado ideal de vida, o qual resulta em viver continuamente em paz.
Isso faz dele uma autoridade num assunto sempre atual: Paz.
Com simplicidade profunda ele transmite
orientações bíblicas que levam os ouvintes - aqueles que desejarem - a experimentarem também a mesma paz ainda hoje ofertada pelo Senhor JESUS CRISTO , da qual ele testemunha ser possível desfrutá-la 24 (vinte e quatro) horas por dia.
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